O trabalho que o senador Nelsinho Trad vem realizando no Senado na relatoria de projetos importantes e nas interlocuções como integrante de comissões como de Relações Exteriores (CRE) e Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), além do Parlamento Amazônico (Parlamaz), foi destacado por lideranças políticas nacionais que participaram neste final de semana, em São Paulo, do lançamento da candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à presidência da República.
‘Quero dizer que não só o Mato Grosso do Sul, mas Goiás e o Brasil não podem prescindir do senador Nelsinho Trad nos representando lá no Senado Federal, uma Casa que precisa de pessoas preparadas intelectualmente como o Nelsinho, um homem de visão”, afirmou o governador de Goiás, Daniel Vilela, em vídeo gravado junto com o político sul-mato-grossense. Daniel é filho do ex-governador e ex-senador por Goiás, Maguito Vilela.
O ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, também gravou vídeo em que fala do apoio ao senador Nelsinho Trad. “A gente sabe do carinho que todos têm pelo Rio Grande do Sul e a gente quer muito o Mato Grosso do Sul indo bem. Estamos aqui com o senador Nelsinho Trad para dizer que tamo junto”.

Embora não seja do mesmo partido de Nelsinho Trad, o PSD, o ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro da Defesa, Aldo Rebelo (DC), participou do evento em São Paulo. Ao encontrar o político de Mato Grosso do Sul, Rebelo lembrou da época em que conheceu Nelson Trad, pai do senador.
“Você herdou as qualidades morais e políticas e o compromisso do velho Trad. Por isso Nelsinho, é uma grande alegria abraçá-lo, encontrá-lo e desejar boa sorte na sua jornada no querido Mato Grosso do Sul”, disse Aldo Rebelo.
No Senado, Nelsinho Trad tem discutido ativamente as questões sobre o tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros exportados para o mercado americano. Como membro da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, o senador vem participando também de assuntos referentes à decretação, pelo Governo do Estados Unidos, do PCC e CV como organizações criminosas internacionais.
Fotos: Divulgação/Assessoria









