“Se você só trata quando a dor fica insuportável, talvez esteja sempre chegando tarde demais.”
A dor aumenta.
Você procura ajuda.
Trata, melhora… e volta à rotina.
Até que, algum tempo depois, a dor aparece novamente.
E esse ciclo se repete.
Mas existe um ponto importante: a dor que você sente hoje pode ser resultado de algo que o seu corpo vem compensando há muito tempo.
Uma sobrecarga, uma alteração de movimento, perda de força, redução de mobilidade ou hábitos que, repetidamente, exigem mais do que o corpo consegue oferecer.
Por isso, tratar apenas no pico da dor pode significar olhar somente para o momento mais evidente do problema — e não para tudo o que contribuiu para ele chegar até ali.
Um tratamento individualizado precisa ir além de simplesmente diminuir a dor.
É preciso compreender por que ela apareceu, o que está mantendo o quadro e o que precisa ser modificado para que o corpo volte a funcionar melhor.
Nossa dica de hoje é: não espere a dor gritar para começar a escutar o seu corpo.
Dor não deveria ser o ponto de partida para o cuidado.
Deveria ser um sinal para você prestar atenção.
Dra. Thais Cristina Leite é Fisioterapeuta, Crefito 13/63501F, formada em 2004 pela UCDB, com 22 anos de prática Clínica. Especialista em Gestão em Saúde/ Educação Especial e Inclusiva.
FORMAÇÃO em Terapia Manual, Liberação Miofacial, Mobilização Neural, Ventosa Terapia, Terapia Floral, Método ProCURE, Formação em Análise Corporal e outras Técnicas Integrativas e Complementares em Saúde.
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