Calma. Encontrar uma hérnia no exame não significa, necessariamente, que ela seja a causa da sua dor — e muito menos que o seu corpo esteja condenado a viver com limitações. O corpo funciona como um sistema integrado.
Ao longo dos anos, dores, lesões, alterações de movimento e hábitos repetitivos podem fazer com que você desenvolva compensações.
E essas compensações podem alterar a forma como você distribui cargas, movimenta suas articulações e mantém o equilíbrio do corpo.
Por isso, diante de uma hérnia de disco, olhar apenas para a imagem do exame pode ser insuficiente.
É preciso compreender como esse corpo está funcionando como um todo.
O tratamento fisioterapêutico deve buscar identificar esses desequilíbrios, melhorar a qualidade dos movimentos e devolver ao corpo estratégias mais eficientes para lidar com as cargas do dia a dia.
Porque, muitas vezes, o diagnóstico não é o fim da história.
Ele pode ser um pedido de atenção do seu corpo.
Nossa dica de hoje é: não trate apenas o que apareceu no exame. Procure compreender o que o seu corpo está tentando comunicar.
Para um bom desenvolvimento desse tipo de tratamento, ele deve ser feito de forma individualizada, a partir da avaliação e das necessidades de cada pessoa.
Dra. Thais Cristina Leite é Fisioterapeuta, Crefito 13/63501F, formada em 2004 pela UCDB, com 22 anos de prática Clínica. Especialista em Gestão em Saúde/ Educação Especial e Inclusiva.
FORMAÇÃO em Terapia Manual, Liberação Miofacial, Mobilização Neural, Ventosa Terapia, Terapia Floral, Método ProCURE, Formação em Análise Corporal e outras Técnicas Integrativas e Complementares em Saúde.
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