Ranking de Competitividade dos Estados 2026 aponta ganhos expressivos na eficiência da máquina pública, solidez fiscal e segurança: capital humano segue como uma das maiores forças do Estado
Mato Grosso do Sul permanece entre os dez estados mais competitivos do Brasil. Na edição de 2026 do Ranking de Competitividade dos Estados, MS aparece na 10ª colocação nacional, uma posição abaixo da edição anterior, mas com avanços importantes justamente em áreas que ajudam a medir a capacidade do poder público de transformar recursos em serviços, investimentos e condições para o desenvolvimento. O maior deles está na Eficiência da Máquina Pública, em que MS subiu três posições e chegou ao 5º lugar do país.
O retrato produzido pelo ranking revela um Estado que combina resultados já consolidados com uma agenda de desafios claramente identificados. Sob o governador Eduardo Riedel (Progressistas), candidato à reeleição, Mato Grosso do Sul apresenta desempenho de destaque em capital humano, gestão pública, equilíbrio fiscal, rodovias e indicadores sociais.
Ao mesmo tempo, áreas como educação, potencial de mercado e alguns indicadores de segurança mostram onde será necessário concentrar esforços para que o avanço econômico e administrativo se traduza de maneira cada vez mais ampla na vida da população.
No conjunto, Mato Grosso do Sul termina o Ranking de Competitividade dos Estados de 2026 em uma posição que combina consolidação e desafio.
Está entre os dez estados mais competitivos do país, possui o 2º melhor desempenho nacional em capital humano, a 5ª máquina pública mais eficiente, a 2ª posição em qualidade das rodovias, a 5ª em infraestrutura de fibra óptica e avançou seis posições em solidez fiscal.
Em outras áreas, o diagnóstico mostra precisamente onde ainda há distância em relação ao cenário desejado.
Educação precisa transformar qualidade em maior permanência dos estudantes. Segurança Pública precisa fazer o avanço geral alcançar indicadores como feminicídio e trânsito. O potencial de mercado exige atenção ao endividamento e à saúde financeira das famílias. E a infraestrutura ainda convive com entraves ligados ao custo de energia e combustíveis.
“O mérito de um levantamento dessa natureza está justamente em não permitir que bons resultados escondam os desafios — nem que dificuldades pontuais apaguem avanços consistentes”, resume Riedel.
Para a gestão estadual, o Ranking de Competitividade de 2026 oferece, assim, duas mensagens simultâneas. A primeira é de confirmação: Mato Grosso do Sul construiu posições de destaque nacional em áreas estratégicas para o funcionamento do Estado e para sua economia. A segunda é de direção: os indicadores também mostram onde é preciso avançar para transformar competitividade em desenvolvimento cada vez mais perceptível na vida das pessoas.
O caminho, portanto, não começa do zero. Parte de resultados já alcançados — e de desafios que agora estão claramente colocados sobre a mesa.
Foto: Saul Schramm









