Município já conta com 64,7 quilômetros de rede implantada e 4.885 ligações executadas; expansão deve beneficiar cerca de 13,6 mil moradores
Uma transformação que acontece, em grande parte, debaixo das ruas começa a mudar a realidade do saneamento em Sonora, no norte de Mato Grosso do Sul. O município, que ainda não conta com cobertura de esgotamento sanitário, avança na implantação da infraestrutura necessária para coletar, transportar e tratar adequadamente o esgoto produzido pela população.
Ao todo, já foram implantados 64,7 quilômetros de rede coletora e executadas 4.885 ligações domiciliares, estrutura dimensionada para beneficiar cerca de 13,6 mil moradores. Com a conclusão das redes e ligações previstas, a entrega da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Sanesul e a implantação da primeira Estação Elevatória de Esgoto (EEE), a cobertura de esgotamento sanitário do município deverá passar de 0% para 98%.
A Estação Elevatória de Esgoto (EEE) será responsável por bombear o esgoto coletado até as próximas etapas do sistema, superando diferenças de relevo e garantindo que os efluentes cheguem adequadamente ao tratamento.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, o avanço das obras representa uma mudança estrutural para Sonora.
“Levar o esgotamento sanitário para um município que ainda não conta com cobertura do serviço significa construir uma nova infraestrutura de saúde pública. É um investimento que ficará, em grande parte, debaixo da terra, mas cujos benefícios poderão ser percebidos por toda a cidade, na qualidade de vida das famílias, no ambiente urbano e na proteção dos recursos naturais”, destaca.
Da obra à casa: morador também faz parte do sistema
Com o avanço da implantação da infraestrutura, outra etapa passa a ser fundamental para transformar as obras realizadas em benefícios efetivos para a população: a conexão correta dos imóveis à rede de esgotamento sanitário.
É por meio dessa ligação que o esgoto gerado em banheiros, cozinhas e áreas de serviço passa a ser direcionado para a rede coletora, seguindo pelo sistema até chegar ao tratamento adequado.
O funcionamento correto da estrutura também depende da separação entre a rede de esgoto e a drenagem das águas da chuva. O lançamento de águas pluviais na rede coletora de esgoto é irregular e pode provocar sobrecarga das tubulações e das unidades operacionais, aumentando o risco de extravasamentos, especialmente durante períodos de chuvas intensas.
Por isso, além da expansão da infraestrutura, a Ambiental MS Pantanal reforça a importância da participação dos moradores na conexão e no uso adequado da rede.
A combinação entre obras, ligação dos imóveis e utilização correta do sistema é o que permite transformar quilômetros de tubulações instaladas sob as ruas em benefícios concretos para a cidade, contribuindo para a saúde pública, a qualidade de vida da população e a proteção do meio ambiente.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.









