Pesquisa do jornalista Sergio Cruz, da ASL e do IHGMS
Apaixonado pela natureza, o prefeito Arlindo de Andrade Gomes, de Campo Grande, faz uma homenagem ecológica ao centenário da proclamação da independência. Conta-o Ulisses Serra:
“No dia 7 de setembro de 1922, com o Brasil todo a comemorar o primeiro século da nossa Independência, plantou dois jequitibás adolescentes na atual praça Ari Coelho. Ele próprio os fora buscar na mata nativa. Trouxe um, atravessado no serigote da sua montada; Manuel Leite, seu secretário, o outro. Entrou na cidade alegre, festivo, gesticulante e triunfal. Como não tivesse bronze e mármore para um monumento escultórico, levantaria um monumento verde, com a mais gigantesca árvore das nossas selvas, a que se liberta das árvores circundantes para receber, nas alturas, os beijos fecundantes e loiros do sol”.
Os jequitibás do dr. Arlindo sobrevivem até os dias atuais, graças aos cuidados dos botânicos do município.
FONTE: Ulisses Serra, Camalotes e Guavirais, Editora Clássico-Científica, São Paulo, 1971, página 77.
FOTO: Arlindo de Andrade e seu seu secretário
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No mês de agosto, Campo Grande comemorou sua data cívica e neste 2026, esta cidade completa 153 anos de fundação. Esta história está no livro CAMPO GRANDE150 ANOS DE HISTÓRIA, do jornalista Sergio Cruz. São 468 páginas, com fatos que marcaram o cotidiano da cidade morena desde a guerra do Paraguai até a epidemia de covid 19. Não deixe este livro faltar em sua biblioteca. Ele poderá fazer falta no futuro de seus filhos.









