Pesquisa do jornalista Sergio Cruz, da ASL e IHGMS
Nasce em Viareggio, na Itália, André Puccinelli. Mudou-se para o Paraná, ainda na infância. Em Curitiba formou-se em Medicina, em 1971. Em Fátima do Sul iniciou sua atividade profissional, no Hospital Nossa Senhora de Fátima. Iniciou sua carreira política naquele município como candidato a prefeito, em 1982. Foi o candidato mais votado, mas perdeu a eleição para o sistema de sublegenda, onde o partido poderia lançar até três candidatos. O MDB lançou apenas o nome dele. Em 1983, a convite do governador Wilson Barbosa Martins, ocupou o cargo de secretário de Saúde. Em 1986, elegeu-se deputado estadual, reelegendo-se no pleito seguinte. Em 1994, com a maior votação do Estado, chega à Câmara dos Deputados, tendo renunciado em 1996, para assumir a prefeitura de Campo Grande.
No Congresso destacou-se, preferencialmente, aos problemas de saúde pública, tendo sido, na Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, o relator do projeto da CPMF, no governo Fernando Henrique.
Prefeito de Campo Grande, por dois mandatos seguidos (1997-2005), “André teve seu trabalho apontado como o de maior índice de aprovação entre todas a capitais brasileiras. Grandes mudanças no sistema viário, uma política habitacional arrojada, informatização de todas as escolas e de todos os centros de educação infantil (antigas creches) e uma política de saúde, que levou Campo Grande a ser apontada como a capital de menor índice de mortalidade infantil”.
Em 2006 venceu sua primeira eleição para o governo do Estado, substituindo a José Orcírio Miranda, o Zeca do PT. Em 2010, reelegeu-se governador do Estado, sendo substituído por Reinaldo Azambuja, do PSDB.
FONTE: ANTONELLI, Edna, 100 anos do Legislativo de Campo Grande, Câmara Municipal, Campo Grande, 2005, página 172.
DIVISÃO DE MATO GROSSO: CONHEÇA A HISTÓRIA DESDE O COMEÇO

A história da criação do Estado de Mato Grosso do Sul começou ainda no século XIX, com o rompimento de setores da elite política do Sul do Estado, passando pela “Revolução da Paz”, comandada pelo maragato Bento Xavier, a guerra civil paulista de 1932, a Liga Sul-Mato-Grossense, o veto de Jânio Quadros e a decisão final da ditadura militar, em 1977.
Esta história está no livro do jornalista Sergio Cruz: HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DE MATO GROSSO DO SUL, que sai em edição especial para comemorar o Jubileu de Ouro da lei complementar 31/77.
São 314 páginas e 110 anos de História.








