Pesquisa do jornalista Sergio Cruz da ASL e do IHGMS
Notícia publicada na edição de 18 de maio de 1937, no jornal “Gazeta de de Notícias” (RJ) dá conta do furto milionário de uma pedra de diamante num garimpo de Rochedo, próximo a Campo Grande. A tentativa de elucidação do crime chegou a mobilizar o comando da 9a. Região Militar de Campo Grande, segundo informações dadas pelo comandante militar, coronel Alberto Duarte Mendonça, ao jornalista Archimedes Pereira Lima:
“Sobre o vultoso roubo ocorrido nos garimpo de Rochefo, neste município, de um descomunal diamante de valor – ao que tudo se calcuka acima de mil contos de réis e o desaparecimento do seu possuidor, o garimpeiro Antonio Rompedor, que se supõe ter sido assassinado. fez-nos o comandante da 9a. Região, com as seguintes
declarações:
– Este diamante, que foi a pricípio avaliado em 380 contos, deve valer pelas informações do garimpeiro Paulino de tal, que se acha preso na cadeia pública e foi a única pessoa que viu o valioso carbono, mil e muitos contos, segundo o cálculo das pessoas entendidas. Estou empenhado no esclarecimento do mistério que envolve o caso e espero tudo descobrir. Várias pessoas suspeitas de cumplicidade no caso se encontram presas algumas na cadeia pública e outras por complicações com a Lei de Segurança nos quartéis federais”.
Esta história deu origem ao romance “Diamante cor de sangue”, do jornalista Sergio Cruz.
FONTE: Gazeta de Notícias (RJ) 18 de maio de 1937.
GARIMPO DE ROCHEDO VIRA ROMANCE HISTÓRICO

Neste seu primeiro romance o jornalista Sergio Cruz, misturando história com ficção, acompanha a longa maratona de A. Lima, repórter de um jornal do Rio de Janeiro, atrás de um garimpeiro em fuga com um valioso diamante, encontrado em Rochedo, garimpo localizado no Sul do antigo Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, em 1937, levado para o exterior, onde se desenrola a segunda parte da trama, que se desloca da África do Sul e Paris e termina em 1993, em Cuiabá. Venda exclusivamente em e-book.









