Campo Grande-MS
domingo, 17/05/2026

DIARIO DA HISTÓRIA

Pesquisa do jornalista Sergio Cruz da ASL e do IHGMS


Após um dia de agitação e festa, a 17 de maio de 1906, zarpa com destino a Cuiabá, onde deporia o governo de Totó Paes, a Divisão Naval Libertadora, título dado ao corpo expedicionário, comandado pelo coronel Generoso Ponce, que requisitara todas as embarcações de menor calado, capazes de navegar sem empecilho as águas mais rasas e o leito sinuoso do rio Cuiabá. Era composta de trinta barcos, entre eles os vapores Nioaque, Etrúria e Coxipó e mais as lanchas Rio Taquari, Ligúria, Rio Cuiabá, Elba, Uacurutuba, Floriano e Baia do Tamengo, cada uma destas levando atracadas duas chatas com subalternos e inferiores.¹ São 1800 homens o contingente desta Divisão do Sul a juntar-se com a do Norte, calculada em mais de mil. A 4000 somariam as forças ao atingirem Cuiabá.²

Uma das praças mais conhecidas de Corumbá homenageia o coronel Generoso Ponce, o principal líder político de Mato Grosso nas duas primeiras décadas da república.



FONTES: ¹Lécio Gomes de Souza, História de Corumbá, edição do autor, Corumbá, sd. Página 95 e ²Generoso Ponce Filho, Generoso Ponce, Pongetti, Rio, 1952, página 397.

FOTO: Porto de Corumbá no início do século XX (Album Graphico de Mato Grosso, 1914).


GARIMPO DE ROCHEDO VIRA ROMANCE HISTÓRICO

Neste seu primeiro romance o jornalista Sergio Cruz, misturando história com ficção, acompanha a longa maratona de A. Lima, repórter de um jornal do Rio de Janeiro, atrás de um garimpeiro em fuga com um valioso diamante, encontrado em Rochedo, garimpo localizado no Sul do antigo Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, em 1937, levado para o exterior, onde se desenrola a segunda parte da trama, que se desloca da África do Sul e  Paris e termina em 1993, em Cuiabá. Venda exclusivamente em e-book.

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