quinta-feira, 23/05/2024

O Ministério da Agricultura inicia nesta quinta-feira (23) uma ofensiva para esclarecer aos principais países importadores de carne brasileira que o caso de mal da vaca louca confirmado na véspera é um incidente isolado e não há razões, do ponto de vista sanitário, para o fechamento dos mercados.

Autoridades agropecuárias de países como Estados Unidos, Chile, Egito, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Israel, Indonésia e Filipinas devem ser procuradas nas próximas horas pelo ministro Carlos Favaro e seus auxiliares.

Favaro já determinou a ida de dois secretários do ministério a Pequim, nas próximas horas, para informar ao governo chinês que o consumo de carne bovina brasileiro é seguro, mesmo após a confirmação de um caso de mal da vaca louca no Pará.

Favaro já determinou a ida de dois secretários do ministério a Pequim, nas próximas horas, para informar ao governo chinês que o consumo de carne bovina brasileiro é seguro, mesmo após a confirmação de um caso de mal da vaca louca no Pará.

Os secretários de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e de Relações Internacionais, Roberto Perosa, estavam em viagem aos Emirados Árabes para promover uma agenda positiva — a produção de carne bovina “carbono neutro” do frigorífico Minerva — quando foram surpreendidos pela notícia.

Eles receberam a determinação de não voltar diretamente ao Brasil e embarcar para a capital chinesa.

A missão é para que esclarecimentos sejam dados in loco às autoridades do maior comprador internacional de carne brasileira. Goulart e Perosa deverão estar em Pequim quando houver a publicação dos resultados mais específicos dos exames nas amostras do bovino contaminado pela doença, que estão sendo analisados em laboratórios do Canadá.

CONTEUDO CNN