Em entrevistas à Agência Pública, três de oito líderes caminhoneiros fichados pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) em abril de 2020, conforme revela um documento obtido pela reportagem, falaram em “tristeza”, “erro” e “autoritarismo” em referência a vigilância do governo Bolsonaro.
O relatório, obtido com exclusividade pela Pública, foi produzido pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e enviado à Casa Civil, pasta então comandada pelo general do Exército Walter Braga Netto, na qual funcionava um grupo interministerial criado para coordenar o combate à pandemia da Covid-19. O documento integra um conjunto de 170 arquivos produzidos pela Abin, de março a junho de 2020, ao qual a Pública teve acesso via Lei de Acesso à Informação. CONTINUAR LENDO










