Solenidade relembrou o rito que consagrou a Catedral como igreja-mãe da Arquidiocese
A Catedral Nossa Senhora da Abadia e Santo Antônio de Pádua celebrou 32 anos de sua Dedicação, nesta quarta-feira (12). A data marca o aniversário do rito que, em 1994, consagrou o templo como igreja-mãe da Arquidiocese de Campo Grande.
A Dedicação de uma Catedral é uma tradição da Igreja Católica, na qual se consagra a Deus o templo e tudo o que há nele tornando-o sagrado, destinado para o culto divino.
Nas palavras do Cura, Pe. Wagner Divino de Souza, a data é um momento para a comunidade renovar a missão de testemunhar o Evangelho e acolher aqueles que chegam em busca de Deus.
“A celebração da Dedicação nos recorda que este templo é, antes de tudo, uma casa de oração, lugar destinado ao encontro com Deus e à celebração dos mistérios da nossa fé. Ao mesmo tempo, ela nos ajuda a compreender que a Igreja é formada por pedras vivas, que somos nós, o povo de Deus”, afirmou.
Uma promessa que virou Catedral
A história da Catedral começa antes da própria cidade: em 1877, José Antônio Pereira construiu uma pequena capela para cumprir uma promessa. Décadas depois, em 04 de abril de 1912, o local foi elevado a Paróquia de Santo Antônio de Campo Grande.
A igreja precisou ser demolida em 1977, após problemas estruturais, e sua reconstrução levou treze anos. Foi nesse período, mesmo em obras, que o novo templo recebeu a visita de São João Paulo II, em 1991. Três anos depois, em 12 de agosto de 1994, ocorreu a Dedicação da Catedral.
Por: Ana Letícia Gaúna | Foto: Divulgação









