Campo Grande-MS
terça-feira, 13/10/2026

Uma das advogadas ainda foi responsável pela fuga de dois detentos em Mato Grosso do Sul, aponta investigação

Um grupo de quatro advogados e um estagiário foi alvo de investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), que acabou na deflagração da Operação Bloodworm, deflagrada no dia 5 deste mês, contra o Comando Vermelho, no Estado. Eles fariam parte do grupo ‘gravatas’ da facção criminosa. 

Do grupo, dois advogados eram de Campo Grande e um estagiário de Dourados. Uma outra advogada de Várzea Grande, no Mato Grosso, exercia grande influência dentro da facção criminosa, sendo chamada para momentos críticos e solução de questões da facção.

Um dos advogados em Campo Grande teve as ligações interceptadas, nas quais ele conversa com a chefe do RH do Comando Vermelho sobre o valor que seria vendido o quilo da droga. Nas conversas, a droga era chamada de ‘feijão’ para não levantar suspeitas. O valor estava sendo negociado de R$ 600 a R$ 700.

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