Campo Grande-MS
domingo, 31/08/2025

Se, tem uma coisa que eu fujo assim como o diabo foge da cruz é de bajuladores.

Os bajuladores, por exemplo, são pessoas pavorosas.

No fundo não passam de puxa-sacos.

É aquele tipo que chega te elogiando, falando que você está lindo e maravilhoso, mesmo nunca tendo te visto.

Se era seu conhecido, pior ainda.

O bajulador é aquele que chega perto de você como se fosse seu melhor amigo.

No linguajar moderno: Como se fosse seu “best Friend”

Corro desses tipos porque “alguma coisa está errada”.

Essas pessoas são aquelas de energia densa. 

São pessoas que fica à sua volta, ou de alguém famoso peguntando tudo: do perfume e do desodorante que você usa, até outras particularidades.

Essas coisas são terríveis.

Confesso:

“Eu nunca soube e nunca aprendi fazer isso!”

O bajulador é, antes de tudo, um grande invejoso.

Essas duas ‘más qualidades” nunca andam separadas.

O mesmo que te bajula, se puder, um dia vai puxar o teu tapete.

É a mesma coisa que o velho ditado da Tia Laura: “A mão que te afaga é a mesma que te bate!”.

O bajulador não quer te agradar.

Na essência da coisa: ele quer ser você.

Todo bajulador invejoso tem inveja, e inveja não existe branca, preta, azul-marinha ou cor-de-rosa.

Inveja sempre é, sempre foi, e sempre será ruim.

O segredo é você conseguir separar o que é bajulação, o que é inveja daquilo que é admiração.

A cabeça do invejoso funciona da seguinte maneira: “Você tem uma coisa que ‘eu’ deveria ter. Você tem algo que deveria ser meu!; e se você não existisse essa ‘coisa’ seria minha e eu saberia fazer ‘melhor que você”

O bajulador sempre pensa que o lugar que você ocupa deveria ser dele.

É assim que eles pensam, tanto é que, quando o invejoso vê a pessoa que ele inveja, sofre; mas quando ele vê aquele que ele inveja sofrendo, isso lhe causa prazer.

E, quando o invejoso, o bajulador vê a pessoa que ele inveja ‘se dando bem’, isso dói nele.

Bom-dia!