Se, tem uma coisa que eu fujo assim como o diabo foge da cruz é de bajuladores.
Os bajuladores, por exemplo, são pessoas pavorosas.
No fundo não passam de puxa-sacos.
É aquele tipo que chega te elogiando, falando que você está lindo e maravilhoso, mesmo nunca tendo te visto.
Se era seu conhecido, pior ainda.
O bajulador é aquele que chega perto de você como se fosse seu melhor amigo.
No linguajar moderno: Como se fosse seu “best Friend”
Corro desses tipos porque “alguma coisa está errada”.
Essas pessoas são aquelas de energia densa.
São pessoas que fica à sua volta, ou de alguém famoso peguntando tudo: do perfume e do desodorante que você usa, até outras particularidades.
Essas coisas são terríveis.
Confesso:
“Eu nunca soube e nunca aprendi fazer isso!”
O bajulador é, antes de tudo, um grande invejoso.
Essas duas ‘más qualidades” nunca andam separadas.
O mesmo que te bajula, se puder, um dia vai puxar o teu tapete.
É a mesma coisa que o velho ditado da Tia Laura: “A mão que te afaga é a mesma que te bate!”.
O bajulador não quer te agradar.
Na essência da coisa: ele quer ser você.
Todo bajulador invejoso tem inveja, e inveja não existe branca, preta, azul-marinha ou cor-de-rosa.
Inveja sempre é, sempre foi, e sempre será ruim.
O segredo é você conseguir separar o que é bajulação, o que é inveja daquilo que é admiração.
A cabeça do invejoso funciona da seguinte maneira: “Você tem uma coisa que ‘eu’ deveria ter. Você tem algo que deveria ser meu!; e se você não existisse essa ‘coisa’ seria minha e eu saberia fazer ‘melhor que você”
O bajulador sempre pensa que o lugar que você ocupa deveria ser dele.
É assim que eles pensam, tanto é que, quando o invejoso vê a pessoa que ele inveja, sofre; mas quando ele vê aquele que ele inveja sofrendo, isso lhe causa prazer.
E, quando o invejoso, o bajulador vê a pessoa que ele inveja ‘se dando bem’, isso dói nele.
Bom-dia!