Campo Grande-MS
sexta-feira, 16/01/2026

O Procon Mato Grosso do Sul ampliou a pesquisa de preços dos combustíveis em Campo Grande, contemplando 35 postos, e passou a indicar as regiões administrativas onde é mais econômico abastecer

As maiores variações foram identificadas nas regiões do Imbirussu e Bandeira, respectivamente, no pagamento a crédito da gasolina comum (10,94%) e do diesel S10 comum (9,58%). Já as menores estão localizadas nas regiões do Lagoa e do Segredo, onde aquisições à vista tiveram percentuais de 0,67% e 1,70% aplicados ao diesel S500 comum.

Uma das inovações aplicadas nesta pesquisa diz respeito ao cálculo de economia. Ele considera o abastecimento de 50 litros de combustível, sendo aplicado o menor valor registrado entre os postos monitorados em uma mesma área administrativa da Capital.

É possível economizar, por exemplo, até R$ 32 ao optar pela gasolina comum no crédito na região do Imbirussu, R$ 25 no Bandeira, R$ 22 no Prosa, R$ 21 no Anhanduizinho, R$ 20 no Lagoa e Segredo, além de R$ 1,50 no Centro.

No caso do etanol comum, também pago no crédito, a economia pode chegar a R$ 15,50 no Lagoa, R$ 15 no Segredo, R$ 13 no Bandeira, R$ 12 no Centro e no Imbirussu, R$ 11 no Anhanduizinho e R$ 6 no Prosa.

De acordo com a superintendente do Procon Mato Grosso do Sul, Patrícia Mara da Silva, essa variação pode ser utilizada para avaliar em que parte do trajeto cotidiano dos consumidores é mais vantajoso abastecer. “Ainda que os preços estejam suscetíveis a oscilações, temos aqui uma importante ferramenta para nortear os campo-grandenses”, destaca.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2026. Cinco produtos são listados no levantamento, assim como três formas de pagamento. Cada uma das sete regiões administrativas teve cinco postos de combustíveis pesquisados.

Somente o GNV (Gás Natural Veicular) tem mantido, nos últimos seis meses, estabilidade no preço do metro cúbico, com média de R$ 4,62.

Serviço

Pesquisa Combustíveis (Campo Grande) – Janeiro:
https://tinyurl.com/2cw9nteu

Fonte: Procon/MS | Por: Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS | Foto: Kleber Clajus/ProconMS/Arquivo